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	<title>Arquivos Caminhoneiros - Fonte 84</title>
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		<title>Greve dos caminhoneiros é oficialmente encerrada</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 10:43:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Caminhoneiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais duas entidades que representam caminhoneiros retiraram a greve programada para a última segunda-feira (1º). Com isso, a mobilização convocada para pressionar um diálogo com o governo federal chegou ao fim sem avanços. Na terça (02), a ANTB (Associação Nacional de Transporte do Brasil) já havia comunicado a decisão de se retirar da mobilização. Nesta &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Mais duas entidades que representam caminhoneiros retiraram a greve programada para a última segunda-feira (1º). Com isso, a mobilização convocada para pressionar um diálogo com o governo federal chegou ao fim sem avanços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terça (02), a ANTB (Associação Nacional de Transporte do Brasil) já havia comunicado a decisão de se retirar da mobilização.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta quarta (03), o CNTRC (Conselho Nacional do Transporte de Cargas) e a CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística) oficializaram a decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">A pauta de reivindicações tinha dez itens e a expectativa de repetir o movimento que, em 2018, parou o país por 11 dias e deu origem à tabela de preços mínimos para os fretes rodoviários.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, Plínio Dias, presidente do conselho, parabenizou os caminhoneiros que participaram do protesto e também os que manifestaram apoio à mobilização.</p>
<p style="text-align: justify;">A CNTTL disse, também em nota, que a orientação para que os caminhoneiros ficassem em casa reduziu a visibilidade do movimento e deu a impressão de que a adesão foi baixa, uma vez que o movimento nas estradas parecia normal.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de não sair para trabalhar e, assim, não ocupar rodovias, também foi apontada pelo presidente da ANTB, José Roberto Stringasci, como um ponto de enfraquecimento do alcance do movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, houve boa adesão à greve no início da manhã de segunda. O CNTRC disse ter havido &#8220;significativa redução do tráfego nas rodovias&#8221;. Pressionados, os motoristas acabaram voltando para a estrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, segundo estimativa do conselho, pelo menos 70 mil veículos transportadores teriam deixado de trafegar, carregar ou descarregar produtos entre os dias 1º e 2.</p>
<p style="text-align: justify;">Stringasci, da ANTB, afirmou que a decisão de encerrar a greve foi necessária diante do que ele considerou uma forte pressão do governo para que a mobilização não crescesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação dele, uma percepção equivocada de que o movimento tinha viés político-partidário enfraqueceu a mobilização.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Agora vamos nos reagrupar, reorganizar, para só então decidir. Vamos definir uma nova data e nova estratégia&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, o conselho criticou o que chamou de prática antidemocrática a existência de decisões judiciais proibindo o bloqueio de rodovias — houve liminar em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná — e as medidas tomadas pelas concessionárias para evitar que que o motoristas ficassem parados.</p>
<p style="text-align: justify;">As entidades que aderiram à greve pediram que os motoristas não deixassem suas casas na segunda-feira, mas, para quem estava na estrada, a recomendação era para que não deixassem os postos de descanso e tentassem mobilizar outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da convocação por três entidades de caminhoneiros, o movimento grevista não decolou. As insatisfações com o preço mínimo do frete e o alto preço do óleo diesel não foram suficientes para mobilizar os motoristas.</p>
<p style="text-align: justify;">A oposição ao movimento não partiu apenas do governo. Entidades como CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros) e Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores) não participaram da greve. As duas últimas estiveram entre as que organizaram a paralisação de 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Grupos patronais, como a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística e a CNT (Confederação Nacional do Transporte) também divulgaram notas contrárias à paralisação. O agronegócio, apoio importante à greve em 2018, considerou irresponsável uma paralisação neste momento, quando terá início o escoamento das safras de milho e soja.</p>
<div class="google-auto-placed ap_container" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">O conselho do transporte e a confederação do setor logístico disseram, em suas notas, que as entidades de transportadores e motoristas autônomos &#8220;continuarão na luta para que os destinatários da pauta de reivindicações respondam à categoria a fim de garantir uma agenda de discussões com garantia participativa.&#8221;</p>
<p><em><strong>FOLHAPRESS</strong></em></p>
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